M1.2
M1.2
Após o fim do espetáculo M1.1, a marioneta fica pousada numa cadeira, algures nos bastidores. Põe-se a sonhar com o teatro. Que sonho será esse?
As possibilidades da marioneta são também as suas limitações. Igor recorre à identificação, à manipulação, e por fim à dança. No final, o manipulador (tornar-se-ia) deve converter-se na própria marioneta, ou melhor ainda, (tornar-se-ia) tornar-se naquilo que a marioneta metaforicamente (susteve) foi validando ao longo da peça - a sua mortalidade.
-Teja Reba e Loup Abramovici-
- Direção artística
- Teja Reba
- Loup Abramovici
- Interpretação
- Igor Gandra
- Marionetas
- Maria Jorge Vilaverde
- Júlio Alves
- Fotografia de cena
- Susana Neves
- Desenho de luz
- Teja Reba
- Loup Abramovici
- Operação de luz
- Pedro Nabais
- Operação de som
- Pedro Nabais
- Confeção de figurinos
- Ana Maria Ferreira
- Carlota Gandra
- Produção
- Teatro de Ferro
- Coprodução
- Teatro de Ferro
- Festival Escrita na Paisagem