Regina Guimarães

Regina Guimarães, aka Corbe, nasceu no Porto, em 1957.


A par da sua escrita poética, tem-se envolvido nas áreas do Teatro, da Tradução, da Canção, da Dramaturgia, do Desenho, da Educação pela Arte, da Crítica, do Vídeo, do Argumento, da Produção.


Foi docente da FLUP, na ESMAE e na ESAD. Foi diretora da revista de cinema A Grande Ilusão, presidente e fundadora da Associação Os Filhos de Lumière, programadora do ciclo permanente O Sabor do Cinema no Museu de Serralves. Integrou o coletivo que, a par de outras atividades reflexão e criação, publicou o jornal PREC, e também o coletivo que produziu o projeto Nove e Meia, cineclube nómada.

Atualmente coprograma o ciclo O Saber do Cinema, escola do espetador, na Casa do Cinema Manoel de Oliveira.

É cofundadora do Centro Mário Dionísio - Casa da Achada.


Com Ana Deus, inventou a banda Três Tristes Tigres. Trabalhou com outras bandas, nomeadamente os Clã.


Colaborou com numerosas companhias de artes do palco. Realizou inúmeras experiências em torno da palavra dita e cantada. Organiza, de há mais de década e meia a esta parte, a LEITURA FURIOSA Porto, encontros entre escritores e pessoas zangadas com a leitura.


Orienta oficinas de escrita e de iniciação ao cinema. Tem dirigido projetos em diversos estabelecimentos prisionais e lugares de confinamento. Tem realizado uma extensa obra videográfica sob a forma de «Cadernos». Nos últimos anos, a sua atividade como argumentista e dramaturga tem-se intensificado, bem como a colaboração regular com cineastas de animação.


Aspira a estar em todo o lugar onde haja uma luta justa a travar.


Vive e trabalha com Saguenail desde 1975. Hélastre é o signo da sua obra comum.

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